Gabriela Souza

O trânsito em Vitória é intenso, quase intransitável nos horários de “pico”, mas isso, não é dúvida para ninguém. Para completar o estresse dos motoristas dos automóveis, há sempre aquele motoqueiro do lado estreitando à faixa dos carros. Mas daí a dúvida: Quem conduz tal moto? É um condutor comum, ou é um profissional motoboy? Você sabe diferenciá-los?

Muitas vezes as pessoas esquecem o quanto os motoboys são importantes para atender as necessidades da sociedade. Não há quem goste deles quando se está no trânsito. Mas e quando se está em casa? Ou no trabalho? Ao pedir a pizza, o remédio, até mesmo absorvente... é com a habilidade e rapidez dos motoboys que se conta. Portanto, acabar com o corredor não é uma decisão correta, apesar do risco que se corre, e eles estão cientes disso.

As pessoas também esquecem que por trás dos motoboys existem empresas que cobram por um serviço rápido! Será que vale a pena arriscar a vida por tal serviço com o salário que recebem? Como disse a jornalista Maria Helena de Almeida, o motoboy é um mal necessário!

Interessou-se pelo assunto? Assista ao Programa Midia, Sábado, dia 20, no canal 13 (net) com o tema: Motoboys.
Essas e outras perguntas serão respondidas pelo vice presidente do Sindimotos, Luciano Ferreira.
Gabriela Souza


A população de Vitória, sem dúvida, sofre muito com o trânsito nos horários de pico. E agora com as interdições das obras do Projeto Águas Limpas ficou ainda pior. O que irrita é olhar para algum tempo atrás e ver que nenhuma mobilização foi feita para que se cumprissem as promessas de melhorias da cidade. E agora, resolvem fazer tudo de uma vez! Mas não adianta piorar a vida da sociedade, pois ela vai gastar mais tempo para falar mal do caos das reformas, do que para elogiar o resultado.


Saio 11:30 da faculdade, não passo pelas interdições e chego em casa depois de 12;30. Tento imaginar que horas chegarei quando às reformas começarem em Bento Ferreira, Avenida César Hilal e Rua das Palmeiras que certamente vão atrapalhar no tráfego da Avenida Leitão da Silva. Tudo bem, almoço na faculdade mesmo.


Mas tem uma coisa boa nessa tragédia toda. Praias próprias para banho! Uma das coisas que eu mais gosto de fazer é ir à praia. Mas nunca vou porque praia boa é longe, por isso a freqüência é maior no verão. Pegar Transcol? Não dá. Melhor esperar a carteira e ir com o carro do papai! Bastante cômodo. Com alguns bons passos da minha casa chego à praia de Camburi. É uma pena que seja poluída, Pois aos olhos, é bastante irresistível.

Próximas ruas e avenidas a serem interditadas:

Avenida Duarte Lemos, na Vila Rubim
Avenida Governador Bley, no Centro
Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, entre o Forte São João e a Avenida Paulino Muller
Avenida Paulino Muller, em Jucutuquara
Avenida Princesa Isabel
Avenida Rio Branco, em Santa Lúcia
Rua Sete de Setembro, no Centro
Rua Robert Kennedy
Rua Pedro Nolasco
Rua Marcos de Azevedo
Rua Governador José Sete
Rua do Rosário
Rua das Palmeiras,
Rua Daniel Abreu Machado
Avenida República

Se algum desses caminhos é o seu, programe-se para não ser incomodado. Inexequível (risos). Mas tente.

Gabriela Souza

Hoje as pessoas correm para ter especialização, para falar línguas, para ter experiência e um bom emprego. Bastante natural. Vivemos em uma cultura que, em todo o tempo, empoem o comportamento maníaco – ativo, empreendedor, multifacetado- para o sucesso profissional.

Até que ponto ser competitivo faz bem? Começo a vivenciar isso de perto agora. E ainda não entrei no mercado de trabalho, infelizmente. Eu não sou a melhor aluna da turma. Mas eu percebo quando me tratam com ironia, até mesmo inveja, porque eu tirei uma nota boa ali, ou porque fui elogiada alhures. Se tivesse muita liberdade com essas pessoas, felizmente não tenho, até diria que não faria bem ser o melhor, eu, por exemplo, penso que não é. O cara que se deu bem na vida, na maioria das vezes, não foi aquele que tirou as melhores notas e também não foi o queridinho do professor. Ser competitivo é uma qualidade do cara que é esperto! Rápido! Que saca as oportunidades no ar. Mas existem pessoas cuja característica competitiva é um defeito. Elas sofrem demais por dentro. Quase cruel.

Não estou escrevendo para a carapuça servir em alguém. Não é esse meu objetivo. Até porque às vezes a gente acha que é pra gente, mas não é. Esses detalhes eu percebo por quem está perto e não longe de mim.

Mas não se iluda! Não assista a vitória dos outros como se fosse um filme. Construa a sua. Fico feliz de saber que alguns colegas de sala conseguiram estágio. O meu ainda virá! ;D. Sei que para o profissional bom e competente sempre há espaço. Qualquer coisa... Force à barra!
Gabriela Souza

Li uma coluna hoje que me deixou bastante incomodada e irritada. Foi publicada pelo professor pesquisador da Faculdade Estácio de Sá de Vila Velha e escritor João Herkenhoff ao Jornal A Gazeta sob o título “Cultos ruidosos”.

O Colunista fala sobre a constituição federal, especificamente do artigo 5º, inciso 6, a respeito do direito à liberdade religiosa. Ele ainda acrescenta e diz que esse direito termina onde começa o direito alheio. Até então, tudo bem. Concordo que religião é uma escolha e essa opção não pode incomodar os outros que não são obrigados a aceitá-la.

Após rodeios, Herkenhoff mostra aonde quer chegar. “É legítimo que um evento religioso expulse os moradores de suas casas, obrigando esses moradores a refugiar-se alhures, por ser absolutamente insuportável o ruído provocado pelo evento? É legítimo que um evento religioso proíba o trânsito de carros na rua onde o evento ocorre, impossibilitando os moradores de entrar na própria casa ou dela sair?” Não !

Concordo.

Ele ainda conclui. “Teço estas considerações num momento em que os moradores da Praia da Costa foram atingidos justamente pelo que está descrito neste artigo. Como decorrência de um evento religioso, moradores do bairro tiveram de sair de casa para poupar-se do barulho insuportável e do aprisionamento no próprio lar, sem a possibilidade de locomover-se”.

O Colunista fez referência ao evento “Jesus Vida Verão” que acontece todos os anos nos finais de semana no mês de Janeiro.

Vai me desculpar, mas à sociedade inteira tem que agüentar o barulho estrondoso que o Carnaval faz gostando ou não gostando dele! Da mesma forma que teve que agüentar o Vital quando ele ainda era realizado em Camburi. E uma vez por ano num evento maravilhoso de adoração a Deus que o colunista mesmo chamou apenas de RUÍDO deve ser subvertido????

Aí eu não concordo !

Penso em qual palavra pode ter à expressão máxima de barulho para ver no título que ele fará na coluna após o carnaval. Aaah! Que tolice achar que o carnaval azucrinará alguém. Essa história que o barulho faz mal à saúde e que as pessoas não conseguem sair de casa durante o evento evangélico é uma desculpa que o autor usou para mostrar sua posição negativa contra à religião e aos eventos religiosos, porque o ruído do carnaval, a ele não vai importunar!
Gabriela Souza


ooowww! Que governo é esse? Como vocês estão acompanhando nos jornais e na televisão, é exatamente isso que o governo Chávez quer fazer com a Venezuela.
Não duvido que as ideias e projetos que ele deseja (desejava) realizar para o bem da sociedade sejam boas, porém, ele não soube colocá-las em prática.


O modelo de governo que ele quer é o contrário do que deveria ser. Em uma democracia quem manda é a sociedade, mas na Venezuela, o Presidente faz o que acha que vai ser bom para a sociedade. Por isso, a situação está cada vez mais caótica. A Venezuela vive sem energia, sem água, sem segurança, sem liberdade, até sem a RCTV! Não é absurdo? o que tem de sobra mesmo é a corrupção!


Chávez se parece com o Lula, fala com as pessoas de forma coloquial, conta histórias e piadas, mas sua popularidade só veio decaindo. Ele errou em deixar os problemas acontecerem e aumentarem. Li uma frase de um cientista político, humorista e ator chamado Laureano Márquez que resume bem o fracasso de Chávez. "Ele tem sido eficiente para manter o controle político, mas muito pouco eficiente para a administração da sociedade. Ele é muito bom para manter o poder, mas não é bom para exercer o poder solucionando os problemas do povo", analisa Márquez.


"Se Chávez está fora, se Chávez não é luz, se Chávez está acabado, bem, me afastem", desafia Hugo Chávez a oposição.

Gabriela Souza

O Hospital Santa Rita já cancelou 12 cirurgias no início do mês por falta de sangue. Os tipos sanguíneos mais coletados são o A e O positivo. Porém, os tipos que eles mais precisam são os de fator Rh negativo. O número ideal de doações por mês é de 4,5 a 5 mil. Contudo, apenas 3,5 mil doações foram registradas em todo o Estado.

Segundo a reportagem Falta sangue, e Santa Rita cancela cirurgias publicada por Eduardo Fachetti, o número de doações não estão suprindo a demanda. "No Centro de Hematologia e Hemoterapia do Espírito Santo (Hemoes), maior banco de sangue capixaba, a captação caiu 50% desde o início do ano. De acordo com o diretor-técnico do hemocentro, Volmar Belizário, cerca de 50 doações têm sido feitas todos os dias, sendo que o ideal para suprir a demanda do sistema hospitalar público do Estado seria de pelo menos 100 captações ao dia", afirma.

Não posso doar sangue, se pudesse com certeza eu doaria. Deve ser gratificante saber que uma pessoa precisa de você, precisa do seu sangue pra viver, que só você pode ajudar a manter uma vida. As vezes só nos conscientizamos de que doar é importante quando é um parente que precisa, e existem muitas pessoas que só começaram a doar sempre quando um parente precisou pela primeira vez. Você se sente realizado por ter ajudado alguém, por ter feito alguém feliz, e eu percebi isso lendo vários depoimentos de doadores e de pessoas que receberam à doação.

Se você deseja ser um doador observe os requisitos necessários abaixo:

Homem ou mulher com boa saúde, que não tenha sido acometido de hepatite depois dos 10 anos de idade

Não seja usuário de drogas

Esteja alimentado

Não esteja fazendo uso de medicamentos

Tenha entre 18 e 65 anos de idade

Pese acima de 50 quilos

Não tenha ingerido bebida alcoólica nas últimas 24 horas

Não tenha colocado piercing ou feito tatuagem nos últimos 12 meses

Não tenha realizado endoscopia nos últimos 12 meses

DEPOIMENTOS

"Minha primeira doação foi para avó de minha esposa que estava hospitalizada, na verdade nunca tinha pensado muito neste tipo de solidariedade. Depois da primeira doação percebi que sem muito esforço e demandando uma hora do seu tempo quatro vezes ao ano (número máximo de doações de sangue por ano) podemos ajudar muito, pessoas que necessitam deste auxílio, assim passei a ser doador assíduo e também incentivador de outras pessoas". Eder Rezende.

"Dependo do sangue como se fosse um carro. Eu brinco que vou ao Hemocentro abastecer. Recebo plaqueta toda semana e sangue a cada 3 semanas. Penso no doador como aquele que está me mantendo viva. O sangue de um doador proporciona minha vida a cada 15 dias. Tenho anemia aplástica. Necessito de um doador de medula. A gente que precisa é muito grata aos doadores. Eu não os conheço, mas Deus deve conhecer. O doador não tem ideia do quanto o sangue é importante pra gente. O sangue não sobra, utilizamos tudo. Muitas pessoas hoje não doam por não saber da importância desse ato de amor. A doação de sangue permite que eu passe bons momentos com a minha filha. Eu sempre falo para as pessoas: - Não deixe pra dar valor ao seu sangue somente quando você precisar. Ele é muito valioso.” Flávia.
Gabriela Souza

Você concorda com a não obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para exercer a profissão ?

Sim 4 (57%)
Não 2 (28%)
Não tenho opinião formada sobre esse assunto 1 (14%)

Lamentável o resultado da enquete. É verdade que a profissão de Jornalista pode ser aprendida na prática e com o tempo. Porém, existem teorias que precisam ser estudadas e discutidas entre professor e aluno para que ele não venha a cometer sérios riscos às empresas pelas quais irá trabalhar. Existem muitos jornalistas por aí que não sabem como falar e se expressam mal, prejudicam as empresas e a si mesmos. A obrigatoriedade do diploma de Jornalismo é importante sim. Vocês precisam de informação segura e de qualidade.




Por Alberto Dines (Observatório da Imprensa)


“Fiquemos com a decisão do STF. Embora irreversível, não é necessariamente a mais correta, nem a mais eficaz. A maioria do plenário seguiu o voto do presidente da Corte, Gilmar Mendes, relator do processo, que se aferrou à velha alegação de que a obrigatoriedade do diploma de jornalista fere a isonomia e a liberdade de expressão garantida pela Constituição.
Para derrubar esta argumentação basta um pequeno exercício estatístico: na quarta-feira em que a decisão foi tomada, nas edições dos três jornalões, dos 29 artigos regulares e assinados, apenas 18 eram de autoria de jornalistas profissionais, os 11 restantes eram de autoria de não-jornalistas. Esta proporção 60% a 40% é bastante razoável e revela que o sistema vigente de obrigatoriedade do diploma de jornalismo não discrimina colaboradores oriundos de outras profissões.
No seu relatório, o ministro Gilmar Mendes também tenta contestar a afirmação de que profissionais formados em jornalismo comportam-se de forma mais responsável e menos abusiva. Data vênia, o ministro-presidente da Suprema Corte está redondamente enganado: nas escolas de jornalismo os futuros profissionais são treinados por professores de ética e legislação e sabem perfeitamente até onde podem ir.
É por isso que na Europa e Estados Unidos onde não existe a obrigatoriedade do diploma de jornalismo, são as empresas jornalisticas que preferem os profissionais formados em jornalismo, justamente para não correrem o risco de serem processadas e punidas com pesadas indenizações em ações por danos morais.”